Exportação

        

    A Artefama tem registro da sua primeira exportação em 1967, ainda quando produzia artefatos de madeira. Já na década de 80, teve um volume bem expressivo exportado para os EUA. O Brasil entrou definitivamente no mercado moveleiro mundial no final da década de 90, alcançando o maior volume exportado em 2006, quando as exportações de móveis de madeira totalizaram US$ 971,593 milhões. Na época, Santa Catarina contribuiu com US$ 370,434 milhões, ou seja, 38%, liderando amplamente as exportações brasileiras de móveis. O Rio Grande do Sul, segundo colocado, representava 27%.

  E a liderança nas exportações catarinenses era da Artefama, uma das empresas mais reconhecidas no mercado internacional, especialmente Europa e Estados Unidos, principais mercados consumidores.

  Esta trajetória, que só foi interrompida pela absurda apreciação da moeda nacional frente ao dólar, que comprometeu não só as exportações de móveis, mas da maioria dos bens manufaturados, proporcionou à Artefama um profundo domínio das tecnologias e do uso racional da madeira. Era exigência do mercado europeu para adquirir produtos a partir da madeira. A Artefama incorporou à sua cultura estes princípios, a produção limpa, o tratamento de resíduos e reutilização de materiais.

  Com isso ganharam os brasileiros que têm hoje na Artefama uma empresa que desenvolve móveis de alta qualidade. A eficiência do trabalho da Artefama foi reconhecido em 2010 quando a empresa conquistou o Prêmio GreenBest de sustentabilidade no setor de madeira e móveis.